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O papel do pai nos primeiros meses de vida do bebê

15/07/2011




     15 de Julho, Dia do Homem no Brasil. Mundialmente, este dia é comemorado dia 19 de Novembro.
     A criação da data foi proposta em 1999, pelo médico Jerome Teelucksingh, de Trinidad e Tobago, com o objetivo de alertar os homens para questões relacionadas à saúde. 
No Brasil, foi justamente a partir da década de 90 que os estudos sobre masculinidade ganharam força. Com as conquistas obtidas pelas mulheres e os questionamentos levantados pelo movimento feminista, os homens começaram a ter que repensar o papel que ocupariam na sociedade.

     Hoje então é dia de homenageá-los: pais, avôs, tios, dindos... vocês merecem ter um dia especial também, afinal, o que seria de nós sem vocês?!?! A participação de vocês é essencial nas nossas vidas, como mulheres e como mães....
     A matéria abaixo fala justamente sobre isso: o papel dos papais nos primeiros meses do filho. Pode não parecer no início, mas vocês são muito, muito importantes na vida dos pequenos (e nas nossas)!!!


     Parabéns mais uma vez e espero que gostem!     




http://savemyheart.wordpress.com/


     É comum que, durante os primeiros meses do bebê em casa, o pai se sinta excluído da relação com o filhoMuitos costumam dizer que a criança “só mama e dorme” e, assim, não encontram seu papel nessa rotina que parece tão exclusiva da mãe. Mas esse momento da vida do bebê não precisa ser encarado dessa forma. O primeiro passo para mudar essa relação pode vir da mãe, que precisa dar mais liberdade para o seu companheiro participar da rotina da família - em vez de achar que tudo o que ele faz pela criança está errado. “Muitas mães deixam o pai de lado nesse momento. Mas elas precisam se dar conta de que eles também devem participar”, diz Rosângela Garbers, pediatra e neonatologista do Hospital Pequeno Príncipe e Maternidade N. Srª de Fátima. Ou seja, é importante que a mãe se policie e deixe o pai do seu filho agir com mais liberdade, já que as crianças precisam ser expostas às diferentes maneiras de cuidar. “O bebê precisa entender qual é a figura paterna e qual é a materna”, afirma.


     Abaixo, veja 10 sugestões para que os pais participem mais ativamente desses primeiros meses:

1. A participação do pai precisa começar ainda antes do bebê nascer. Ele deve acompanhar a mãe nas consultas do pré-natal, tirar suas dúvidas, conhecer o obstetra que fará o parto e, depois, o pediatra que vai cuidar do bebê.

2. O pai também pode assistir ao parto. Se for possível, cortar o cordão umbilical, dar o primeiro banho no bebê...E ele não deve se preocupar por não saber fazer nada disso; é possível aprender ainda mesmo na maternidade.

3. Tirar a licença-paternidade e aproveitar esses dias (geralmente, são cinco) para se dedicar exclusivamente ao bebê e a você.

4. Com o bebê em casa, o pai pode continuar se encarregando do banho, além de trocar as fraldas e também as roupas do bebê.

5. Acompanhar e incentivar a amamentação. Ele pode estar ao lado da mãe nesse momento e depois da mamada, e também pode segurar e ajudar o bebê a arrotar;

6. Acalentar o filho na hora de dormir e fazer massagem nos momentos em que o bebê sente cólica;

7. Ajudar nas tarefas gerais da casa. O pai pode providenciar o almoço (ou o jantar), não se esquecer de contas e se encarregar das compras, por exemplo;

8. Levantar a autoestima da mãe. No pós-parto, é normal que as mães se sinta mais sensível e incomodadas com o seu próprio corpo, que ainda não voltou a ser o que era antes da gravidez. E não é apenas a variação hormonal que influencia nesse sentimento, mas também a própria alteração da rotina. Portanto, o pai deve estar mais atento e ajudar as mamães a se sentirem mais bonitas novamente; não deixe, também, de reservar alguns momentos a sós - nem que seja para um breve passeio na padaria;

9. Aproveitar o sol da manhã para passear com o bebê (no colo, no sling ou de carrinho). Geralmente, as saídas são liberadas a partir de 1 mês, mas é indicado falar com o pediatra antes;
10. Conversar com o bebê, fazer brincadeiras
para estimular a visão, audição e tato (brincar de esconder, por exemplo, é um excelente estímulo)



Clique aqui e leia o post sobre "A vivência paterna na UTI Neonatal"

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/; http://www.jb.com.br/ (Jornal do Brasil)







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