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Associação Portuguesa de Apoio ao Bebê Prematuro ganha prêmio internacional

25/02/2014

A XXS - Associação Portuguesa de Apoio ao Bebé Prematuro – foi a primeira associação membro da European Foundation for Care of Newborn Infants (EFCNI), parceiro oficial do Prematuridade.com, a ser reconhecida com o prêmio "Our Common Future" (Nosso Futuro em Comum), na categoria de European Idea (Ideia Europeia), durante o 10º Encontro de Associações de Pais de Bebês Prematuros da EFCNI, que foi realizado entre os dias 13 e 16 de Fevereiro em Munique.

[caption id="attachment_12003" align="aligncenter" width="300" caption="Foto: Facebook"][/caption]

O prêmio, que teve como objetivo o reconhecimento internacional pelo trabalho que tem sido desenvolvido pela Associação XXS desde a data da sua fundação, em 2008, aconteceu agora devido ao enorme sucesso e impacto internacional que a campanha do Dia Mundial da Prematuridade teve e que contou com o apoio de Cristiano Ronaldo e da fadista Mariza.

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Paula Guerra, da direção da Associação XXS falou sobre o reconhecimento:  “É uma enorme satisfação ver a XXS ser reconhecida internacionalmente não só por esta campanha em particular mas por todo o trabalho que temos desenvolvido de sensibilização junto da população, do poder político e de apoio aos bebês e famílias”.

O grande objetivo do EFCNI é garantir que todos os recém-nascidos tenham um início de vida saudável. Nesse sentido, foi desenvolvida uma campanha Europeia designada SOCKS FOR LIFE que pretende, através do voto de todos os cidadãos, defender a melhoria dos cuidados prestados aos bebês prematuros em toda a Europa.

Anualmente nascem cerca de 500 mil bebês prematuros na Europa e 14,9 milhões em todo o mundo. Mundialmente, um em cada dez bebês nasce prematuro.

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Em 2012, a maior percentagem de nascidos vivos prematuros se verificou nas mães com idades acima dos 39 anos de idade.





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A presidente da Associação Portuguesa de Apoio ao Bebé Prematuro (XXS) defendeu hoje, dia 25 de fevereiro, que os candidatos a pais sejam informados dos riscos de prematuridade desde que planejam um filho para, sem alarmismos, estarem preparados para essa eventualidade.

"Não queremos alarmar, queremos informar", disse à agência Lusa Paula Guerra, dirigente e uma das fundadoras da XXS, associação que quarta-feira será recebida pela Comissão Parlamentar de Saúde sobre o "estado atual da saúde materna e neonatal e, em especial, o nascimento prematuro".

Paula Guerra, mãe de uma criança que nasceu prematura, sublinha que, durante a gestação, a grávida não é normalmente informada dos riscos de ter um filho prematuro e, por isso, não está preparada para o que isso significa.

Tendo em conta que "uma em cada dez crianças nasce antes do termo", e que existem maiores riscos de prematuridade nas gravidezes de adolescência e também após os 35 anos, Paula Guerra defende que este tema seja incluído nas consultas com o ginecologista e obstetra, mas também nas matérias escolares.

Após o nascimento destas crianças, e tendo em conta que muitas delas necessitam de cuidados especiais e internamentos prolongados, a XXS defende que, após o parto, as mães destas crianças não estejam junto de mulheres com os filhos de termo.

"É muito difícil para uma mãe que teve um filho antes do tempo e que não pode estar com ele, por este estar a receber cuidados especiais, estar junto de outras mães com os filhos ao lado", disse.

Paula Guerra compreende as limitações das maternidades, nomeadamente de espaço, mas defende por isso um trabalho em conjunto com os profissionais de saúde.

"Não exigimos nada, queremos é ajudar, pois sabemos que não é fácil", disse, reconhecendo que algumas instituições de saúde já levam em conta esta questão.

Para Paula Guerra, algumas das medidas que podem ajudar estes pais, e os seus filhos prematuros, nem sequer exigem um investimento financeiro.

"Basta a reorganização do espaço", afirmou.

Na questão após a alta, a XXS está preocupada por nem todas as crianças serem referenciadas para os programas de intervenção precoce, os quais garantem um acompanhamento, não só da criança, como dos familiares.




Fonte: DNoticias.pt e ionline


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