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A importância do colo

28/07/2020 O colo é essencial para a sobrevivência e desenvolvimento físico, psíquico e emocional de todo ser humano.

Humanização do Cuidado

Certamente você já ouviu falar que colo pode mimar o bebê e deixá-lo cheio de manhas. Por isso, é tão importante conversar sobre isso!

O bebê tem uma vida intrauterina intensa, envolta em um líquido aquecido, onde ele se desenvolve, cresce e aprende muitas coisas, como, por exemplo, sugar o dedo. Ele esteve toda a gestação envolto em uma sensação de conforto, de pertencimento, de segurança, em um "colo constante e perfeito".

Quando o bebê nasce, ele faz uma grande transição: de meio, de estímulos, de necessidades. Os primeiros 3 meses após o nascimento são chamados de exterogestação e, nesta fase, é importante tentar recriar o ambiente uterino para oferecer conforto ao bebê, pois ele não conhece o limite do seu próprio corpo. A partir do toque e do colo, se iniciará a noção de limites para a criança e, principalmente de "reconhecimento". O colo é essencial para a sobrevivência e desenvolvimento físico, psíquico e emocional de todo ser humano.

Atender com sensibilidade as necessidades do bebê é a base de um vínculo com apego seguro e saudável: é importante agirmos com empatia e compaixão, entendendo o que o bebê precisa. Esse lugar de acolhimento também se dá pela voz, pelo toque, pelo olhar e, quando a mãe não pode estar presente, é necessário que se crie um "ambiente mãe" para que as necessidades do bebê sejam atendidas, pois o colo é tão necessário quanto o alimento para a sobrevivência.

O choro é a forma de comunicação do bebê. Quando ele chora e é confortado com o colo, é sinal de que ele foi atendido naquilo que precisava, e não é sinal de que já está mimado. Quando crescemos, essa necessidade também evolui e se encontra no acolhimento de várias manifestações de afeto, pois todos precisamos de amor.

COLO É UMA NECESSIDADE!
Quem não está, neste momento, sentindo a falta de um abraço?

por Dra. Desirée Volkmer, pediatra, neonatologista e membro do nosso Conselho Científico



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