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Vivências paternas na realização da posição canguru com recém-nascidos de baixo peso

A posição canguru consiste em manter o recém-nascido em contato pele a pele no peito da mãe, pai ou cuidador eleito pela família. (Foto: Ministério da Saúde)

A posição canguru consiste em manter o recém-nascido em contato pele a pele no peito da mãe, pai ou cuidador eleito pela família.

Os seus benefícios envolvem melhoria clínica e ganho de peso do recém-nascido que está internado em uma unidade de neonatologia. Tão logo, as condições clínicas do bebê estiverem adequadas, com o aconselhamento da equipe de saúde, ele estará apto para começar a fazer a posição canguru com a sua família.

E na maioria das vezes é a mãe que realiza essa posição; entretanto, entendemos a importância paterna em todo o processo de desenvolvimento do recém-nascido desde os seus primeiros minutos de vida.

Assim, nasceu a ideia de investigar e descrever a vivência paterna durante a realização da posição canguru com o seu recém-nascido de baixo peso, para divulgar a importância também dos papais dentro das unidades neonatais e junto aos seus bebês.

Surgindo essa pesquisa, na qual foram entrevistados pais que realizaram a posição canguru com seus bebês em uma UTI Neonatal de Porto Alegre (RS), e os resultados foram incríveis e deram corpo a esse texto publicado na Revista Enfermagem Referência de Portugal, em setembro de 2020.

Nossos principais achados foram: que é possível transcender os resultados deste estudo e pensar na posição canguru como uma estratégia para o estímulo da interação e do vínculo entre pai e filho, podendo efetivamente ser o desencadeador para o desenvolvimento da paternidade mais forte e segura.

Deixamos aqui essa sugestão de leitura a todos os papais e mamães de bebês prematuros, o vínculo com seu filho começa nos primeiros minutos de vida!

Boa leitura e um grande abraço,

Profª Dra Alessandra Vaccari, membro do Conselho Científico da ONG Prematuridade.com, coordenadora do Laboratório de Práticas de Enfermagem/LAPENF, coordenadora Substituta do Laboratório de Ensino Virtual/LEVi-Enf, departamento de Enfermagem Materno-infantil/DEMI, escola de Enfermagem/EEnf, Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS.

Link para a publicação direto na revista: https://rr.esenfc.pt/rr/index.php?module=rr&target=publicationDetails&pesquisa=&id_artigo=3676&id_revista=55&id_edicao=233



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