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O nascimento do pequeno Davi

19/02/2014

“Oi pessoal, vim aqui para contar um pouco da história do meu bebê.

Desde o começo da minha gravidez eu tive problemas, como, por exemplo, sangramentos, dores, desmaio, etc. Até que fui fazer a minha primeira morfológica, que logo constatou que ele teria falta de equilíbrio no corpo (epilepsia) por conta de um ossinho que faltava dentro do crânio dele.

Como nenhuma mãe quer ver seu filho sofrer, foi a partir daí que tudo começou a piorar. A cada ultrassom era alguma coisa diferente para me contar. Até que chegou no peso dele. O meu filho não estava recebendo alimento suficiente para ganhar peso, pois eu estava com mioma dentro da minha placenta, que era baixa, e não deixava as vitaminas chegarem nele. Aquilo foi um choque a mais. Eu não parava de chorar, sempre triste, com medo de perder aquilo que sempre sonhei em ter. Fiquei afastada do meu serviço desde os meus 4 meses, pois não podia fazer esforço físico, muito menos abaixar para pegar as coisas do chão.

Com 35 semanas, o meu filho estava pesando 1,510 kg, peso muito baixo para 35 semanas. Então, foi marcada a minha cesária para o dia 07 de maio de 2013, porém, no dia 23 de abril, exatamente às 00h00min, tive um sangramento muito forte. Corremos para o Hospital Santa Helena, onde foi informado a minha situação para a minha médica, que marcou o meu parto para às 16 horas, mesmo porque estava com pouco líquido. Às 16h23min, nasceu o meu pequeno: Davi! Pequeno mesmo... Realmente com 1,510 kg e medindo 32 cm, porém saudável. Não precisou ficar no oxigênio, foi direto para a incubadora.


Só o vi no segundo dia, na UTI Neonatal, onde ele permaneceu por 30 dias. 15 deles na luz, pois ele estava muito amarelo ainda, depois foi para a semi intensiva com 1,725 kg, podendo usar roupinhas (que ficavam enormes) e lá ficou por mais 15 dias, até chegar no peso de 2 quilos. No entanto, uma semana antes da alta, foi diagnosticado uma deficiência no sangue dele chamado G6PD (uma anemia mais forte) e hernias, no qual teve que fazer a cirurgia para retiradas delas.


Depois de 3 dias, ele teve alta. Ufa, foi um alívio, alegria e felicidade de ter o meu filho em casa com a família. Hoje ele tem 9 meses, ainda tem G6PD pois não tem cura. Temos que tomar cuidado porque ele não pode ter contato com alguns remédios e comidas que vão corantes, mas isso é o de menos. Ele está bem, com bastante saúde e sapeca.”


Erika, mãe do Davi

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