• Parceiros oficiais:
  • Efcni
  • March of Dimes
Arraste para navegar
envie sua história

Maria Luzia, a minha linda guerreira

17/08/2019

"Sou a mamãe de Maria Luzia e relatarei um pouco da história da minha linda prematura

Maria Luzia nasceu de 34 semanas e 3 dias, com 1,650 kg e 41,5 cm. Perdeu peso e quando estava na incubadora ficou com 1,595 kg.

A gravidez ia muito bem até minha pressão subir a ponto de ficarmos internadas na maternidade para tentar segurar a princesa o máximo possível. Fiz exames e minha pressão tinha subido tanto a ponto de eu ter tido uma pré-eclâmpsia. Enquanto isso, tomava corticoides para amadurecer os pulmões e fazia ultrassons para garantir que estava tudo bem com ela.

Uma semana depois da internação fizemos mais uma ultrassom e foi constatado que eu estava com pouco líquido amniótico (não sabia que estava perdendo porque era pela urina e eu não apresentava nenhum sintoma). Na troca de plantões da equipe médica, a minha mãe, avó da minha bebê, questionou sobre a ultrassom e a quantidade de líquido amniótico. A enfermeira olhou a ultrassom e falou para esperar enquanto ela conversaria com os médicos.

Uns 20 minutos, depois ela volta e pergunta se a minha bebê estava mexendo. Respondi que sim. Ela disse: "daqui a pouco faremos sua cesariana de emergência, porque a sua bebê está em sofrimento fetal". A cesariana foi feita e a minha bebê nasceu às 21:38.

Estava bem. Havia perdido peso e estava com uma infecção no sangue. Me mostraram ela rapidamente, por alguns segundos e já a levaram para a incubadora. Durante a cesariana, minha pressão subiu, precisei ficar sulfatando por 24 horas e só pude ver minha princesa depois desse tempo.

Depois de 4 dias de nascida, ela começou a mamar no peito. Com uma semana, fomos para enfermaria canguru para minha princesa ganhar peso e podermos ir para casa. Permanecemos lá por mais 10 dias até ela atingir o peso de 1,795 kg.

Recebemos alta e viemos para casa com ela fazendo fisioterapia e acompanhamento com fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e oftalmologista.

Com 4 meses, a pediatra suspeitou de sopro no coração. Levamos em uma cardiopediatra, fizemos o ecocardiograma e foi diagnosticado 3 sopros no coração.

Depois de 6 meses do diagnóstico dos sopros, repetimos o eco e graças a Deus eles sumiram.

Hoje Maria Luzia está com 1 ano e 3 meses. Fazemos acompanhamento com oftalmologista e fonoaudióloga. É uma bebê muito esperta e supera cada desafio ao passar dos dias!"

(relato da mamãe Rosa Etelvina Nunes Santos, enviado em 2018)

envie sua história


Tem um bebê
prematuro?

Preencha nossos cadastro e ajude
a direcionar as ações da nossa ONG

Cadastre-se