31 de Março de 2026

Vitorioso

Tive meu filho, Victor Daniel, com 29 semanas, bebê prematuro extremo com 815 gramas. Eu estava com quase 40 anos, em uma gravidez de risco. Em nenhum momento eu desisti de ser mãe do Victor; sabia, a todo tempo, que poderíamos não estar aqui hoje para compartilhar essa história de amor. Dar a vida a alguém é estar disposto a amar, amor incondicional. Se você está passando por algo, tem que se apegar à esperança de que a vida se renova todos os dias. Ainda me lembro quando fui mãe de UTI e ficamos 64 dias no hospital da Unimed Bauru, SP. Quero agradecer a Deus por ter colocado cada profissional, médicos e enfermagem. Que Deus abençoe cada um que nos ajudou naquele momento muito difícil e especial em nossas vidas. Era 25 de fevereiro de 2015. Viver é um desafio e uma decisão. Amor incondicional que superou minhas noites acordadas. Aos 21 dias, meu bebê estava com 1.600 gramas; foi a primeira vez que pude pegá-lo no colo, momento precioso. Pude dar banho nele, já estava sem os equipamentos e quase respirando sozinho. Meu coração estava ali, nas minhas mãos, comemorando cada momento em que juntos seguíamos em frente. Comemorava quando ganhava 10 gramas de peso, ficava apreensiva quando, por algum motivo, algo não saía conforme dentro da normalidade. Tudo passa e posso compartilhar a minha história. Meu filho venceu cada desafio e vence todos os dias por ter passado pela prematuridade em seu nascimento. Amor meu, amor de mãe.

Responsabilidade do conteúdo por conta do autor, não reflete o posicionamento da ONG. Não nos responsabilizamos pela veracidade dos fatos.

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