21 de Janeiro de 2026

Meu maior milagre

Com 26 semanas, em um dia normal, notei que estava muito inchada: pés, mãos, pernas e rosto. Aferi minha pressão, e estava 20×8. Daí em diante começou o pesadelo. Fui internada onde moro para controlar a pressão, e nada. Fiz um ultrassom com Doppler e lá estava: minha bebê estava com o peso de um bebê de 24 semanas. Imediatamente, fui encaminhada para o MARI, hospital de referência em gestação de alto risco. Lá, fui diagnosticada com pré-eclâmpsia grave e insuficiência placentária.

Já estava com 28 semanas quando fui internada lá. Íamos esperar até 34 semanas para fazer o parto, porém minha bebê não estava ganhando peso. Foi então que decidiram fazer a cesárea de emergência, mas a graça de Deus foi maior e, quase sendo anestesiada, a Olívia veio de um parto natural, pesando 840 g e 35 cm. Chorou forte e logo subiu para a UTIN; lá foi direto para o CPAP, não entubaram de imediato. Ela recebeu três transfusões de sangue devido à anemia, teve uma infecção no sangue. Os médicos falavam que o estado dela era delicado, mas a graça do Senhor novamente esteve conosco.

Ela só passou 1 mês e 15 dias na UTIN, foi para a UCI com 1.300 g e lá começou o meu sonho. Três dias antes da alta, fez o exame e estava com anemia; lá recebeu mais sangue. Mas hoje Olívia tem 5,300 kg, é uma bebê superativa, alegre e esperta, graças a Deus. Meu maior milagre.

Responsabilidade do conteúdo por conta do autor, não reflete o posicionamento da ONG. Não nos responsabilizamos pela veracidade dos fatos.

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